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“Vende-se Esta Casa” é uma das piores coisas que a Netflix já fez!

Nem tudo o que a Netflix faz é bom  e “Vende-se Esta Casa” (Open House) está aí pra comprovar isso.

Com 1h34min de duração e protagonizado por Dylan Minnette (13 Reasons Why), o novo suspense da Netflix já é uma das piores coisas deste ano, que ainda está no começo. Vish, imagina daqui pra frente…

O longa acompanha Logan (Dylan Minnette) e sua mãe, Naomi Wallace (Piercey Dalton), em uma viagem temporária para superar um trauma familiar. O problema se dá quando começam a acontecer coisas bizarras na casa onde eles estão hospedados…

Desde o primeiro segundo o filme tenta instalar o clima de tensão, com jumpscares desnecessários e diálogos pra lá de cafonas. Nem as atuações dos protagonistas, que já tiveram ótimos trabalhos no passado, salvam. A cada minuto que passa é um sufoco pro espectador que não gosta de parar o filme pela metade, porque a coisa começa feia e só vai piorando.

A trama se dá após a “mudança” para a nova casa, que está à venda e recebe visitas todos os finais de semana. Coisas estranhas começam a acontecer com Logan e sua mãe e os mesmos começam a suspeitar de que há alguém dentro da casa com eles, mas quem? Esta é a grande proposta.

Com o passar dos minutos você, junto à eles, começa a suspeitar de vizinhos e moradores – completamente estranhos, por sinal – apresentados ao espectador. O problema é que nenhum dos arcos destes personagens secundários se desenvolve e tudo fica superficial demais, principalmente quando o desfecho de cada um deles se dá.

Mais Logan, mais Naomi, mais barulhos pela casa e mais diálogos mal estruturados, até que, no terceiro ato, tudo resolve acontecer. E acontece rápido demais. Tão rápido que as explicações, motivações e acontecimentos não causam o impacto que causariam se o filme tivesse sido bem desenvolvido.

Vende-se Esta Casa” é tão ruim, mas tão ruim, que a gente nem pode falar que “é filme de Sessão da Tarde”. Queria poder desver, então, se você for assistir, saiba que é por sua conta e risco! rs

Escrito por Marcelo Rogério

Geek, carioca, idealizador do Pop Creature, amante de raposas e Lana Del Rey e colecionador assíduo - vulgo viciado - de blu-rays e Funko!